Blizzard Entertainment já está se preparando para o lançamento de StarCraft II: Heart of the Swarm e vai realizar um evento online para os jogadores, onde revelará um novo trailer do jogo chamado Vengeance.

O evento acontece na terça, 26 de fevereiro às 17h pelo site TwitchTV. Além da estreia mundial do trailer, os desenvolvedores da Blizzard estarão disponíveis para um bate-papo sobre o novo game. Para completar haverá uma apresentação de eSport usando o Heart of the Swarm narrada pelos comentaristas John "TotalBiscuit" Bain e Shaun "dApollo" Clark.

Os internautas poderão participar da discussão enviando perguntas pelo twitter utilizando a hashtag #Vengeance.

Para participar da apresentação basta acessar o endereço: http://pt-br.twitch.tv/starcraft  na terça-feira (26) às 17h.


As diferenças entre o estilo de desenvolvimento ocidental e oriental é gritante. As disparidades não moram somente nos gêneros, como ocorre entre os chamados JRPG e WRPG; existe um abismo cultural entre os públicos, algo que culmina diretamente no resultado de uma localização para outra língua.

Um exemplo que demonstra bem a situação é Project Zero, conhecido por aqui como Fatal Frame. Na versão original produzida pela Tecmo, a protagonista Miku era uma garotinha assustada de 17 anos, de uniforme colegial, em busca de seu irmão Mafuyu. O jogo chegou por aqui apresentando uma Miku com feições claramente ocidentais, sem usar mais o uniforme. Como resultado, ao finalmente encontrar seu irmão, os jogadores não enxergavam os dois como pessoas ligadas por sangue.

Outra diferença bem famosa entre localizações ocorreu em Nier, RPG de ação da Cavia lançado em diferentes versões. O título foi produzido para ter apelo para os dois públicos (ocidental e oriental), então, a estratégia da Square Enix, responsável pela publicação mundial do jogo, foi criar duas edições: em Nier Gestalt, a história segue a linha de um pai que precisa salvar sua filha e, para agradar o público oriental, a companhia criou a versão Replicant, que trazia como protagonista o filho mais velho de Nier, que possui uma aparência mais andrógena.

Hoje em dia, o processo de localização é facilitado, graças à popularização dos videogames e da aceitação maior de ambos os lados da história. Os sprites que eram modificados para disfarçar aspectos femininos não sofrem mais com as alterações e muitos dos títulos que dificilmente dariam as caras por aqui acabam aparecendo, em movimentos arriscados de empresas especializadas em tradução, como a série Atelier, exclusiva para a linha de videogames da Sony.

Mas mesmo durante a sétima geração, alguns títulos acabaram se mantendo exclusivos para a terra do sol nascente. O Top 10 desta semana vai fazer você passar vontade com uma lista que une os jogos mais curiosos e interessantes que são exclusividades para os jogadores japoneses:


O recorde mundial de maior sessão de jogatina foi quebrado por um australiano, que curtiu 135 horas de Call of Duty: Black Ops II. O recorde anterior era de 120 horas gastas em Diablo III pelo usuário conhecido apenas como Hzrd.

O moço responsável pelo novo recorde é Okan Kaya (foto acima), que iniciou sua jornada no dia 13 de novembro, assim que o game foi lançado. Os juízes do Livro Guinness dos Recordes, publicado anualmente no Brasil, permitiram pausas de 10 minutos a cada hora de jogo e Kaya pode acumular os minutos não gastos, o que permitiu diversas horas de sono para o australiano.


A Blizzard não ficará de fora da tradicional Black Friday: a companhia oferecerá as edições digitais de seus títulos com desconto, em uma promoção válida até o dia 27 de novembro, às 5h59.

Diablo III sai por R$79,90 e StarCraft II: Wings of Liberty está sendo comercializado por R$39,90. Quem já possui a versão de 60 dias de SC II pode atualizar o game para a edição ilimitada por R$9,90 durante o período promocional.



O MMO Cross Fire ganhou uma nova atualização, que já está disponível para os jogadores do game free-to-play.

Intitulada com Cratera, o extra adiciona um novo mapa ao Modo Zumbi, ambientado em uma cidade pós-apocalíptica, detonada pelo ataque dos mortos-vivos. Além da tela, o título ganhará novos inimigos e um chefe inédito que, ao ser derrotado, liberá dois kits para os jogadores, compostos de armas como metralhadoras e granadas.


O próximo DLC de história para Sleeping Dogs adicionará uma nova ilha para o game. Intitulado como Zodiac Tournament Pack, o extra levará Wei Shen para um campeonato de luta na costa de Hong Kong.

O bundle está marcado para chegar ainda em 2012 e adicionará novas áreas, inimigos, chefes, roupas e cut-scenes para a história do game, mas não ganhou data nem preço.

A Square Enix aproveitou o anúncio do DLC para lançar o pacote Dragon Master, que já está disponível para download no PC, Xbox 360 e PlayStation Network, ao preço de US$7,99.

O conteúdo do DLC Dragon Master é formado por extras que serviram como bônus no período de pré-compra do título, sendo eles o Triad Enforcer Pack, o Police Protection Pack, o Martial Arts Pack, o GSP Pack e o Deep Undercover Pack.
GTA V foi anunciado em outubro de 2011 e se passará em Los Santos, a versão fictícia de Los Angeles que estreou em GTA: San Andreas. O título tem previsão de chegada para o primeiro semestre de 2013 e trará, pela primeira vez na série, uma história composta por três protagonistas.

O enredo de Michael, Franklin e Trevor evoluirá em conjunto e o game conta com diversas melhorias em suas mecânicas. Confira todos os detalhes da quinta interação da franquia, aqui.


Clique aqui e veja o trailer no Site Da playtv


O próximo game da franquia Mass Effect está sendo desenvolvido no estúdio da BioWare em Montreal, aberto em 2009 pela empresa. A divisão já auxiliou a BioWare no desenvolvimento da série no segundo e terceiro episódio da franquia.

A informação veio de uma postagem no blog oficial da companhia, feita pelo diretor da BioWare Montreal, Yanick Roy. O comunicado adiantou que o título já está em desenvolvimento mas que o time envolvido ainda está tendo uma mãozinha do estúdio principal da empresa, em Edmonton.

Casey Hudson, produtor executivo da série, continuará no seu posto, mas a produção terá um novo diretor em Montreal, para tomar as decisões do dia a dia do desenvolvimento. "Todos nós nos importamos muito com Mass Effect e tomamos nossas decisões baseados no que será melhor para o game".

Os detalhes ainda são escassos, mas Roy afirmou que o título usará a tecnologia Frostbite 2, também utilizada em outros games da EA como Battlefield 3 e Dragon Age III. Com a trilogia completa, o plano da BioWare é oferecer novas direções, tanto na questão de mecânicas quanto no enredo. Muitos elementos que fundaram a franquia se manterão no game, como a grande diversidade de raças alienígenas e uma "gigantesca galáxia" para os jogadores explorarem.



Em 2010, pelas mãos da Criterion, Need for Speed ressurgia de uma forma que há muito não se via. Tanto que seus sucessores, Shift 2 e The Run - esse utilizando o motor gráfico Frostbite 2 - não caíram tanto assim no gosto do povo. De volta à ativa e com mais um 'remake', o novo Need for Speed Most Wanted deu um novo estilo à franquia, diferente de tudo que já foi lançado até então.
Menos corridas, mais todo o resto
É estranho dizer isso, mas é nítido em Most Wanted, como as corridas estão em segundo plano. Ser o mais rápido é uma meta, claro, mas os escrúpulos para tal não estão no contrato. Tirar adversários da corrida, procurar atalhos, cortar curvas fechadas, qualquer coisa vale pontos e pode ser usada para alcançar a primeira colocação entre os mais velozes.
Algo que você precisa saber desde o começo: o jogo não para, nunca
O estilão arcade encontrado em Hot Pursuit permaneceu, mas sofreu uma singela sofisticação. Os carros ficaram mais pesados e é preciso desenvolver novas técnicas para seus drifts quilométricos. Ficou bem menos Ridge Race(eeee)r que o anterior. Além disso, pequenos ajustes na performance do seu veículo, como pneus off-road, marchas mais curtas (ou longas), upgrades no motor entre outras coisas podem ser o diferencial na hora de vencer uma disputa, principalmente no modo online.
O mundo aberto de NFSMW é completamente fora de série. Super detalhada, mesmo não sendo referência a nenhuma localidade do mundo real, a cidade fictícia de Fairheaven traz ruas, avenidas, estradas, fábricas abandonadas, praias e até estacionamentos e outros prédios que podem ser 'escalados' com seus veículos. É muita coisa para olhar e se preocupar ao mesmo tempo.

A inteligência artificial dos veículos que compõe o tráfego é bem tranquila. Dão farol quando você está na contramão, não avançam o sinal vermelho e nunca colidem com você propositalmente (tipo um obstáculo). Às vezes estragam o seu tempo por andarem muito devagar, mas é de forma bem natural.
O lance de 'aprender fazendo' é uma constante. Todo o tutorial inicial do jogo é exibido enquanto você dirige até o local onde encontrará o seu primeiro veículo. Todo o menu de atividades do jogo pode ser acessado com o direcional digital. E sem brincadeira, a quantidade de opções que Most Wanted lhe oferece de cara assusta e desanima um pouco os mais preguiçosos (eu).
Algo que você precisa saber desde o começo: o jogo não para, nunca. De evento para evento, após uma perseguição policial, em cada troca de veículos, ele não dá tempo para respirar (a menos que pause, claro). O ritmo de competição mantém-se 100% do tempo, mesmo quando você está só a passeio pela cidade e passa por um radar, que contabiliza aquilo como uma tentativa de quebrar o recorde de velocidade, mesmo que você não esteja tentando absolutamente nada. Prepare-se para uma nova era de competição.
E muito cuidado com a polícia de Fairheaven. Os malditos estraga-prazeres estão espalhados por todos os lugares e a qualquer momento nos tornamos vítimas de uma perseguição. O sistema de nível permanece mais ou menos o mesmo do primeiro Most Wanted, com bloqueios, esteira de espinhos e demais parafernalhas encontradas em Hot Pursuit. Eles são rápidos e facilmente podem encurralá-lo.
Carros, muitos carros

Most Wanted reinventa a maneira de adquirir carros também. Não existem lojas no mundo virtual do novo NFS, é preciso encontrá-los na cidade e tomá-los para si. Cada carro encontrado vai para o seu menu, e cada um desses carros lhe dá a chance de experimentar desafios particulares. 
É como se cada veículo fosse uma fase a ser batida. Ao todo são mais de 40 carros para serem descobertos no 'free roam' ou serem vencidos através da Lista Negra. E cada um deles trazem consigo novas pistas (algumas iguais, mas em dificuldade diferente).
Sem brincadeira, prepare-se para uma exploração do nível de Assassin's Creed (só para usar uma referência da moda). Tem carro escondido em beco escuro, estacionamento de shopping, telhado de fábrica, desfiladeiros, praias desertas... E alguns lugares requerem a descoberta de rampas secretas de acesso que olha, haja paciência, na moral.
Se não bastasse, e explicando o parágrafo anterior, temos a Lista Negra (Black List). Assim como no Most Wanted original, você precisa vencer os 10 mais procurados (o anterior eram 15) do mundo de MW. Eles funcionam como chefes de fase, é preciso vencê-los e depois destruí-los (literalmente) para que os veículos deles se tornem seus.


Não existem lojas de personalização. As trocas mecânicas acontecem dentro do menu em cascata do jogo. É possível equipar seu carro de forma simples, sem que haja um tempo desnecessário perdido na escolha da marca do seu intercooler ou pneus. As modificações estéticas não acontecem mais, o máximo que será possível são trocas de cores (aleatórias) graças a passagens relâmpagos nas oficinas do jogo, espalhadas pelo mapa (descaradamente copiadas de Burnout Paradise).
Autolog 2.0
o novo Autolog disponibiliza todos os seus dados em tempo real dentro do mundo virtual de NFS
A vil competição volta maior do que nunca. Sabe aquele amigo seu que parou de conversar com você depois dos 10 segundos de captura em Hot Pursuit, cravados no Autolog? Bem, é melhor trancar sua casa com volta dupla na fechadura, pois o nível da competição foi longe em Most Wanted.
Tudo - até o tempo que ficamos parados na rua (brincadeira, viu?) - é contabilizado no sistema novo de desafios entre colegas de NFS. Derrapagens, takedowns, velocidade, tempo, quilometragem, saltos ornamentais, quantidade de cidade explorada, tudo vale Speed Points e aumenta o seu ranqueamento geral.
O Autolog 2.0 é como uma tabela de status em tempo real que vive sendo comparada com os demais jogadores da sua lista de amigos. Algumas das funcionalidades permaneceram as mesmas, como a indicação de novos amigos para sua lista, mas pense comigo: já é difícil segurar o pódio com os brothers que você já tem, para quê mais?
Seguindo o conceito do "nunca para", o novo Autolog disponibiliza todos os seus dados em tempo real dentro do mundo virtual de NFS. Eles funcionam como outdoors holográficos, muito bonitos, que detalham os seus rivais. A fotinho é a mesma da PSN Id (ou Live) e, dependendo da situação - como bem apontado pelo colega Pablo Raphael, do UOL Jogos - "... o jogo parece feito pela Capcom, é cheio de cartaz de Ryu e Abel pixelado" (porque nossas IDs são desses personagens).

O multiplayer online é recheado de opções também. Se nada for pré-escolhido dentro do multiplayer, prepare-se para enfrentar QUALQUER coisa. Os jogos são separados por baterias, e cada uma delas conta com cinco estilos diferentes. Opções de personalização no menu do jogo podem afunilar as opções, caso seja do seu feitio.
Caso não haja uma preparação prévia, o jogo escolhe por conta quais serão os desafios. Campeonatos de drifts, corridas, eliminações, saltos, cada um por si ou em times. E sempre que alguém resolve abandonar a partida antes do término, o jogo encarrega-se de preencher a sala com novos jogadores.
Need for Speed Most Wanted passou por sérias remodelações. Talvez para encontrar uma nova geração de jogadores, com uma cara mais voltada aos fãs da Criterion e seu finado Burnout, mas decididamente não é um "Need das antigas". E só talvez, essa cara de transformação e ineditismo seja o que falte às demais franquias de longa data. É certo que esse NFS não é o mesmo que você jogava e é recomendadíssimo que todos experimentem.


O MMO Cross Fire, que já está disponível no Brasil totalmente localizado, levará a equipe vencedora da etapa nacional do WCG para a China, em uma competição que vale R$80,000.

O evento será realizado entre os dias 29 de novembro e 3 de dezembro e dará US$25,000 para a primeira equipe colocada, US$10,000 para a segunda e US$5,000 para a terceira.

O clã selecionado para o evento foi o paiN Razer, que levou R$2,000 para casa na etapa classificatória do campeonato WCG que rolou no Brasil, entre o dia 15 e 19 de outubro, com 16 equipes, selecionadas de um total de 300 times.


Sai ano, entra ano e algumas poucas certezas permanecem irrefutáveis nessa vida moderna de realidade virtual que levamos. Uma delas é a chegada de um novo título da famosa e popular série de ficção científica (por que não?) da Ubisoft, Assassin's Creed. No ano passado, Revelations fez o excelente trabalho em fechar definitivamente as histórias de Altaïr e Ezio, mas a de Desmond, aquela que vem sendo cozinhada desde a primeira iteração em 2007, continuou a se tornar cada vez mais e mais complexa, aparentemente interminável.

Na promessa de concluir esse arco de proporções épicas e apresentar um sucessor a altura do querido Signore Auditore, chega o tão aguardado Assassin's Creed III. Como não só de história parruda vive um AC, os controles também pedem um refinamento especial, com elementos a mais que distinguem um jogo do outro. Sempre houve evolução na série nesse quesito, que isso fique claro. Apesar das duras críticas recebidas, Revelations continuou a tradição em manter as intervenções históricas aliadas a novas mecânicas. Admito que as mudanças não foram tão radicais quanto as que vimos de ACI para o II, mas elas estavam lá (se você terminou o jogo sem usar as bombas de sangue de cordeiro, você fez tudo errado).

Com um nível tão alto a ser mantido, será que ACIII consegue se elevar a estância de grande divisor de águas na franquia, como nos foi prometido pelos pedantes produtores? Há mudanças o bastante para fazer deste um novo exemplo a ser seguido no futuro? Connor funciona como protagonista de um período histórico tão interessante e tão pouco explorado nos videogames? As respostas para tudo isso serão dadas de forma tão simples quanto pronunciar Ratonhnhaké:ton de trás para frente e debaixo d'água.



Viva o Ratonhnhaké:ton!

 
Após a abertura obrigatória que sintetiza toda trama, ACIII tem início de forma grandiosa: nos controles de um nobre inglês, você deve assassinar alguém muito importante durante uma ópera num daqueles teatros britânicos sensacionais (mais ainda por estarmos no século XVIII). A partir daí (e por um bom tempo) controlamos aquele se tornaria pai do protagonista da história, o nativo americano com quem você vai passar muitas horas de sua vida – sim, ACIII é o mais extenso da série.
Conspirações em cada taverna, população revoltosa como um barril de pólvora prestes a explodir e tramóias acontecendo por segundo

Haytham Kenway é o típico chefe de classe, sempre reverenciado por onde passa e sempre com lacaios a disposição. É interessante acompanhar o início do tumultuado período que antecede a Guerra Revolucionária Americana no século XVIII sob uma perspectiva mais elitista. Conspirações em cada taverna, população revoltosa como um barril de pólvora prestes a explodir e tramóias acontecendo por segundo. ACIII expele por seus poros essa rotina interessantíssima de se acompanhar.

A guinada se dá quando, do fruto de amor de Haytham e uma nativa americana com quem une forças por compartilharem momentaneamente um objetivo em comum, nasce Ratonhnhaké:ton (Raton, para os íntimos). Dentro da realidade indígena, o jogo apresenta sua matéria natural de forma descomunal, e as surpresas nesse campo só crescem jogatina adentro.

Controlar um Índio Mohawk correndo pela vila, interagindo com animais e brincando na floresta, tudo no idioma nativo indígena, traz uma experiência única e verdadeiramente autêntica. A fauna e flora presentes em ACIII em sua vasta Fronteira são tão ricas que são passivas facilmente de comparação ao todo-poderoso no que diz respeito a este quesito, Red Dead Redemption.

Ansiava muito por poder viver esse lado de ACIII e não me senti decepcionado em absoluto. Todo o relevo das colinas, montanhas, baias, nascentes e campos rochosos parece tão natural e belo que chega a emocionar. E o mesmo digo para a interação com tudo isso (mas com ressalvas, claro. Aliás, ressalva é um termo recorrente a quase todos os campos de ACIII, infelizmente).



Engraçado é como o jogo justifica a falta de animais e elementos de intemperismo das edições passadas: a especialista no Animus, Rebecca, diz ter aprimorado seu firmware, podendo agora acessar de maneira mais verossímil as memórias dos antepassados de Desmond. Mordi a isca e achei genial.

O chamado do herói acontece quando a vila de Raton é acometida por um grande mal. Entenda que a região na qual os Mohawks vivem é ponto estratégico militar importante, sendo constantemente ameaçada tanto pela coroa britânica quanto pelos patriotas revolucionários – e não pense que sei disso tudo por ter sido aplicado no colégio: o jogo traz uma útil enciclopédia que contempla todos os fatos históricos correspondentes.

O nativo americano lida com a perda de uma maneira que só quem tem um elo muito forte com a terra conseguiria. Ao alcançar uma certa maturidade e começar a demonstrar insatisfação com a postura de sua tribo perante os inerentes conflitos nos quais seu povo encontra-se envolvido, a xamã decide que é hora do bravo guerreiro ter sua iniciação com a Primeira Civilização, onde lhe é revelado seu verdadeiro objetivo nesta terra, e que este só será alcançado caso ele ingresse na ordem dos assassinos. Tudo de forma bastante “assassin's creediana”, com suas analogias bizarras, porém funcionais e originais.



Um dos pontos mais interessantes de ACIII é a iniciação de Raton na Ordem, já que esta encontra-se completamente deteriorada nos domínios de Boston e a infestação dos templários soa como uma peste pior que a varíola. Sob tutela de um assassino aposentado e ranzinza, o recém-nomeado e recém-chegado a civilização Connor (porque, convenhamos, aquele nome nativo só soa natural da boca da xamã dos Mohawks) se mostra um homem prontificado a aprender, com uma objetivo muito firme em mente e uma ingenuidade difícil de lidar. Diria que Ezio está para Leon como Connor está para Chris, e eu torço para que você seja fã de Resident Evil para que entenda essa linha de raciocínio.


Não espere do índio todo o carisma boêmio do italiano mulherengo: Connor é centrado, contido e não dá espaço para piadas.
Não espere do índio todo o carisma boêmio do italiano mulherengo: Connor é centrado, contido e não dá espaço para piadas. Chega a irritar as vezes de tanta perseverança e teimosia. Ainda assim, o roteiro resolve seguir caminhos mais delicados, colocando Connor diante de situações que o farão repensar seu lado nesse panorama enorme de eventos. Todo pano de fundo na história do herói é tão diferenciado dos assassinos protagonistas anteriores que a vazão que há para uma narrativa que é toda explorada a partir daí é riquíssimo de se acompanhar. Altaïr teve como mentor um dos primeiros grandes mestres da Ordem, já Ezio herdou de seu pai (a princípio, relutantemente) toda a bagagem e mote dos assassinos, já Connor não, ele só vê na causa um meio para seus fins: manter sua vila sã e salva.

Como não poderia deixar de ser, ACIII tem como pano de fundo eventos reais para contar sua história de templários contra assassinos. Encontrar figuras de peso como Benjamin Franklin (e não espere um novo Leonardo Da Vinci aqui, mas saiba que terá com ele um dos melhores diálogos da série. Para refletir: mulheres mais velhas > mulheres mais novas), George Washington e o Marquês de La Fayette fazem com que o nível da história contada seja tão bom quanto aquelas que envolveram a época das Cruzadas ou do Renascimento.

Mas no meio disso tudo temos Desmond, a figura da linhagem contemporânea, aquele que revive as memórias de seus antepassados e assim toma a dianteira na guerra contra os templários – ou Abstergo, para se adequar mais. Galgado no fim do calendário Maia, o 21/12/2012 se aproxima e com ele o fim do mundo. A tempestade solar irá acabar com a humanidade e algo precisa ser feito. O imediatismo em encontrar uma solução para o problema é o mote dos assassinos que enfim encontraram uma das bases de operações da civilização de setenta mil anos atrás em Nova York. No entanto, para fazer as coisas funcionarem nesse local é necessária energia, e assim o jogador assume os controles de Desmond na busca por tais artefatos.



A quebra de ritmo que isso gera é o menor dos problemas que encontramos aqui, já que as sequências protagonizadas pelo barman são tão péssimas que chegam a se um disparate para com o todo. Coisa de passar vergonha mesmo.
Péssima dublagem, péssima grafia visual, péssima recriação de ambientação.

O ápice é quando o assassino deve ir ao Brasil em meio a uma luta de MMA. Péssima dublagem, péssima grafia visual, péssima recriação de ambientação. Tudo de muito mal gosto. Não vou dizer que foi uma total perda de tempo porque ri muito com as situações: por favor, fique até o final quando encontrar dois amigos discutindo numa sala mais isolada do estádio. É hilário.

O quão decepcionante são as sequências de Desmond se engrandecem ainda mais se pensarmos que o mote central de Assassin's Creed até agora culmina nisso. Por mais que o final não tenha sido dos mais decepcionantes, o desenrolar dos eventos é de um amadorismo que assusta. Até mesmo nas idas e vindas do grupo de assassinos mundo afora, já que eles são procurados pela corporação mais influente do planeta, logo teriam problemas para viajar a Itália, por exemplo. São buracos no roteiro que preocupam muito mais do que as elipses de tempo na aventura de Connor, as quais podem ser atribuídas a problemas no Animus facilmente. Estamos lidando com uma série que se esforça horrores para criar uma trama densa, intrigante, instigante e que se atenha de certa forma a realidade (uma opinião de um historiador aqui seria excelente), portanto é desmotivador acompanhar essa parte tão involutiva dentro de um jogo que se esforça tanto.

Por mais que Desmond seja mais uma vez o pior do jogo, não é só a ele a quem devemos atribuir culpa. Mesmo em suas mecânicas mais elementares, AC continua a causar frustração, ainda que permeada de coisas tão bem construídas.



Mundo aberto nosso de cada dia


Em linhas gerais, ACIII não se difere muito de seus antecessores: são cidades recriadas de acordo com suas condições históricas tanto em arquitetura quanto população, aliadas a um sem fim de coisas para se fazer permeando a trama central e aquele parkour característico em prédios, igrejas e demais construções. Sim, o dia demora mais para passar e você até chega a sentir a tão afamada mudança nas estações do ano, mas é algo mais atrelado ao enredo em si do que opção de espera do jogador. Mas ainda assim é muito impressionante estar no porto de Boston durante uma tempestade a noite, por mais que algumas crianças continuem a brincar na rua...

O que de diferente se nota logo de cara cai nos controles mais simplificados, já que não é mais preciso segurar dois botões para correr freneticamente e, logo, interagir com tudo o que aparecer pela frente. O que isso traz de bom, fundamentalmente, é a liberdade do seu dedão, e você pode utilizá-lo para controlar os caminhos seguidos por Connor no segundo analógico. A naturalidade que isso gera na movimentação do personagem é algo espantoso, porém, automatizado. Vamos colocar que Connor é muito mais ágil que Ezio no auge de suas habilidades. O cara escala árvores e rochedos com a velocidade de um puma. Agora, não serão poucas as vezes que você se verá na confortável situação de simplesmente segurar os botões de movimentação rápida enquanto Connor faz todo o serviço, e aqui me refiro de uma simples escalada de uma torre de sino a uma fuga de um navio naufragando.

A plataforma do jogo ficou tão simplificada que chega a frustrar aqueles que acompanharam a evolução do assassino italiano, com seus movimentos adquiridos via prática e acessórios futuros que incrementavam ainda mais sua furtividade. Tal simplificação se estende também ao sistema de vitalidade de Connor, já que o famigerado modelo de “vida que se completa sozinha” foi implantando. Esqueça os pontos de vida aumentados de acordo com a sincronização com o Animus ou a utilização de itens de cura contados em meio a batalhas. Fico tudo geração atual mesmo.



Desafio nunca foi o forte em AC, já que o máximo que a série oferece nesse sentido são as sincronizações perfeitas em cada missão. Elas continuam tão absurdas quanto nos outros jogos e, como troféus e conquistas, impõe a maneira como você realizar seus feitos e, particularmente, procuro ir por outro caminho. A facilidade dos combates também se manteve dos jogos passados, com a violência sendo o ponto forte dentro de uma batalha um tanto quanto sincronizada e sem muitos atrativos. Um botão de aparo facilitou ainda mais as coisas, já que agora o jogo congela por rápidos instantes no momento certo para que você escolha contra-atacar ou desarmar o adversário. Connor não terá problemas mesmo contra muitos soldados da alta estirpe da guarda britânica. O próprio arsenal do índio não é tão personalizável quanto ao de Ezio em Revelations, sendo que as armas novas se resumem ao gancho com corda, muito útil para ser usado do alto de árvores e o Tomahawk substituindo o punhal e adaga. Armas de fogo também tem seu papel, mas são lentas para recarregar e um arco e flecha sempre fará melhor o trabalho. Bombas de fumaça e até minas terrestres se assemelham a uma mísera parte do que vimos no vasto sistema de criação de bombas de Revelations.

Apesar de toda simplificação existente no jogo, correr pelas ruas e becos movimentados de Boston e Nova York continua sendo tarefa das mais complicadas. Sim, há uma aumentada movimentação de populares em seus afazeres diários e a inserção de animais deixa tudo mais impressionante. Connor pode até interagir com bois, cabras, perus e galinhas, mesmo que de maneira superficial. No entanto, a quantidade de problemas técnicos inerentes ao gênero “mundo aberto” no qual o jogo se encaixa é preocupante. Poucas serão as vezes que você não vai se deparar com problemas de carregamento de textura, altas e baixas na taxa de quadros de animação e coisas mais sérias, como total congelamento da imagem por longos segundos. Mais frustrante ainda em momentos de perseguição dentro da trama ou até mesmo em rotineiras fugas de guardas britânicos (os famosos casacas-vermelhas).
Por três vezes tive que desligar o videogame da tomada por conta de bugs malucos...

Tantos anos de experiência no gênero e na série e aparentemente nada mudou nesse sentido. Por três vezes tive que desligar o videogame da tomada por conta de bugs malucos que travaram tudo completamente (nota importante: a versão testada aqui foi a de PS3. Nota mais importante: joguei Revelations no PS3 acerca de seu lançamento e não tive frustrações tão pesadas assim).

Mesmo com engasgos técnicos cruéis e que comprometem de forma grosseira a experiência, ACIII tem novidades sensacionais que mantém o alto nível da série dentro de uma franquia que se sobressai nesse sentido.



Davenport, a nova Monteriggioni

Uma das coisas mais legais nos AC anteriores era a possibilidade de “cuidarmos” de uma determinada região de terra. Começamos de modo mais tacanho, reestruturando Monteriggioni em ACII e evoluímos bastante tirando Roma das mãos dos Borgia em Brotherhood. Tal elemento-chave na franquia está de volta em ACIII, só que na forma de uma fazenda cheia de possibilidades. Achilles, o assassino aposentado mentor de Connor, volta a ter fé no credo e em suas propriedades dado o ar de nova vida que trouxe o jovem índio, e assim você pode tomar conta da fazenda do velho.

Como a repressão era grande durante esse período histórico (lembra-se do Massacre de Boston?), é fácil encontrar gente disposta a abandonar tudo e começar vida nova. E é com esse intuito que você pode começar a caçar novos moradores para Davenport, afim de torná-la um local próspero e digno mais uma vez. Diferentemente dos outros jogos, o negócio aqui não é só investir dinheiro: você tem que ajudar a caçadora a encontrar aquele puma branco que anda aterrorizando as redondezas, ajudar o mineiro irlandês a conquistar uma garota ou até mesmo encontrar a agricultora que se perdeu nas montanhas.

Você vai perder um bom tempo se divertindo com missões paralelas atreladas a isso, e com elas vêm a recompensa de novos produtos para venda. Connor pode vir a se tornar um grande empreendedor, utilizando seu livro de contabilidade para enviar comboios para as redondezas. É uma das melhores maneiras de se conseguir dinheiro. Além disso, nos baús espalhados pelas cidades, são encontradas receitas de diversos produtos que podem ser feitos em Davenport. Picadinho de porco, mobílias georgianas, queijos finos, bebidas de alto nível e por aí vai.



Matéria-prima é necessária na confecção de novos produtos e é possível consegui-la comprando nas lojas ou até mesmo caçando. Há um sistema de furtividade bastante aprimorado em ACIII, pois não só em meio a multidão que Connor pode se tornar invisível. Escondido no mato alto e com a ajuda de armadilhas e iscas, o Mohawk pode arrematar castores, alces e até ursos, no intuito de vender suas carnes, peles e presas, ou utilizar tudo como matéria primordial para os artesões e produtores de sua fazenda.

As variações climáticas alteram também a quantidade e tipo de animais: caçar na neve trará uma quantidade crescente de lobos e alces, por exemplo. Vale ressaltar o quanto o cenário se modifica de acordo com o intemperismo, e o quanto tudo fica lindo quando coberto de neve. A decepção quanto a caça fica no próprio combate contra os animais, já que enfrentar lobos famintos se limitará a um simples QTE.

Outra forma de interagir com a população reprimida é recrutando mais membros para a Ordem dos Assassinos. Como havia dito, repressão acontece a cada esquina e há os revolucionários que lutam pela população de sua vizinhança. Realizar feitos nobres como ajudar vítimas de varíola, alimentar órfãos famintos ou impedir uma cobrança de impostos injusta torna Connor bem quisto pelo revolucionários, que se interessarão pelos credos dos guerreiros antitemplário. Como em Revelations, cada assassino tem sua história e características próprias e, apesar de não serem muitos, vão ajudar a tomar a costa leste norte americana do poder inimigo. Para enviá-los para batalha, não são mais necessários pombos correios: a coisa toda se tornou mais dinâmica e um apertar de botão a qualquer momento já é o suficiente.

Missões secundárias sempre foram ponto alto da série e ACIII mantém o nível. Seja colecionando páginas perdidas do almanaque de Benjamin Franklin, seja indo atrás de penas nos ninhos de águia dos rochedos mais altos, há muito o que se fazer no mundo deste novo Assassin's Creed. Mas não importa o quão relevante à trama qualquer side quest poderia se fazer passar, nada se compararia ao inacreditavelmente funcional sistema inserido de navegação, pirataria e pilhagem.



Hip, Hip, Hurra!


No processo de restituição da ordem em Boston, Connor se depara com diversos membros do credo que abandonaram a causa. Um deles é Robert Faulkner, antes um grande capitão da fragata dos assassinos, a poderosa e temida Aquilaa (navios são como mulheres e devem ser tratadas com muito respeito). A embarcação não passa de um cadáver ancorado, enquanto Faulkner, um velho gordo e bêbado, jogado entre porcos (clássico). É assim que Connor encontra ambos e não se intimida em reerguê-los e trazê-los de volta a sua condição de glória.

A partir de então, o jogo oferece uma grande quantidade de missões que traz o índio como comandante da veloz embarcação, navegando pelo Oceano Atlântico e mares caribenhos. Palavras não descreveriam o quão impressionante tudo é dentro desse “novo jogo”. Sim, Ubisoft, transforme isso em um spinoff da série, por favor!

Além um deleite para os olhos – há variações climáticas em tempo real, onde de um calor escaldante pode surgir uma tempestade tórrida, com ondas que podem derrubar seu navio – a profundidade nos controles e sistemas fazem desta a melhor variação na jogabilidade que a série já viu.
No leme, Connor dá ordem aos marujos, como içar ou recolher velas, se segurarem nas amarras durante turbulências...

No leme, Connor dá ordem aos marujos, como içar ou recolher velas, se segurarem nas amarras durante turbulências ou se esconderem no meio de uma saraivada canhoneira inimiga. Tudo acontece em tempo real e você vê a movimentação dos tripulantes. O vento também tem papel fundamental na sua busca, podendo favorecer a navegação ou não, cabendo a você saber utilizá-lo. Também é possível comprar novos armamentos para Aquila, além de reforçar sua dianteira e laterais a fim de destroçar embarcações menores só com a investida.

Há momentos dentro da trama onde temos que encarnar o capitão, e alguns deles inclui destruir o mastro do inimigo para assim conseguir subir a bordo e acertar as contas com o capitão do mal. Tudo no melhor estilo dos filmes do gênero e só consegui pensar no clássico de Roman Polanski, Piratas.

Mas o legal mesmo é caçar tesouros espalhados pelo jogo afim de conseguir novas localidades para se aventurar oceano afora. As missões variam de escoltar pequenas embarcações mercantis a enfrentar naus britânicas amedrontadoras. Algumas são mais simples, mas outras incluem visitar cemitérios de navios, com clima de filme de terror e tudo mais. Até mesmo o mapa do tesouro do mítico Capitão Kidd tem papel na história. Em suma e tentando me conter perante tanta genialidade em forma de proa e popa: as sequências abordo do Aquila fazem ACIII valer o esforço. Digo de coração.



Como não poderia deixar de ser, há o modo para multijogadores em ACIII (infelizmente nada que envolva navios). Seguindo os parâmetros criados em Brotherhood e mantidos em Revelations, adentramos domínios da Abstergo no papel de um cobaia de testes que acessa memórias via Animus. A personalização do boneco se mantém como nos anteriores, mas com personagens trajando vestimentas mais correspondentes à época e região nas quais a trama de ACIII se baseia. Nativos americanos, colonos britânicos, patriotas, comandantes, generais e mais uma laia de roupagens que causariam inveja em muito lutador de Soul Calibur. Os modos de jogo incluem o já famoso Manhunt, onde até oito jogadores devem assassinar uns ao outros em meio a um cenário bastante movimentado, onde discrição e furtividade são a alma do negócio. Dividir o grupo em equipes também dá vazão a jogatinas divertidas, como a Caça ao Artefato, onde vence quem conseguir roubar mais vezes o tesouro inimigo.

O modo de jogo mais atrativo é o Wolfpack, onde até quatro assassinos podem unir forças para acabar com templários
O modo de jogo mais atrativo é o Wolfpack, onde até quatro assassinos podem unir forças para acabar com templários dentro de um tempo limite. A corrida contra o tempo é constante, já que são poucos segundos dispostos para alcançar a próxima vítima. Há complexidades e peculiaridades dentro de cada um dos modos de jogo que exigirão dedicação e um pouco de paciência por parte do jogador para a diversão começar de fato, já que não se trata de algo comum, como vemos em tantos jogos por ai. No todo, o multiplayer de ACIII cumpre muito bem seu papel de manter a comunidade atuante e entretida por um bom tempo.


Com tantos atrativos e novidades, é uma pena ACIII falhar naquilo que, essencialmente, seria o mais fácil de lidar: quesitos técnicos. Não tenho dúvidas de que um patch futuro corrigirá muitos dos problemas que encontrei ao tentar me divertir pelas ruas de Boston e pelas florestas da Fronteira, mas o comprometimento da experiência que tais problemas trazem não podem ser desconsiderados. A verdade é que Assassin's Creed suplica pela próxima geração e isso fica bem claro no panorama da ambição que a Ubisoft tem para com a franquia, e isso é ótimo. Com uns ajustes nesses pontos, uma não necessidade de atribular o jogo a pessoas menos habilidosas e o todo bem afinado quanto a qualidade da narrativa, teríamos em mãos um dos grandes jogos da geração. Mas, por ora, só temos mesmo um excelente Assassin's Creed, o que já está de bom tamanho.


A série Grand Theft Auto, que teve início em 1997, fez um barulho estrondoso na indústria. Não é a toa que muitos desenvolvedores enxergam GTA III, o primeiro jogo em 3D da franquia, como um verdadeiro divisor de águas, um título que marcou para sempre a indústria. Nas palavras de Yoshinori Ono, produtor da Capcom, o jogo não só foi um pioneiro na narração, como "representou uma reviravolta nos jogos como uma mídia para adultos".

E não é para pouco. Entre muitas e muitas (e muitas, mesmo) controvérsias, GTA se estabeleceu como uma série que os pais adoram olhar feio e os jornais sempre utilizam de argumento na hora de falar sobre jogos que propagam violência. Esse fato ficou cada vez mais notável, principalmente após o lançamento de GTA: San Andreas, título da era GTA III que melhorou diversos aspectos da série, além de ser o jogo mais vendido da franquia, com  27 milhões de cópias vendidas. Entre as novidades estavam a personalização do protagonista e outros elementos prontos para o sucesso instantâneo do título.

Em 2013, a quinta interação da franquia chegará aos consoles de alta definição e, de acordo com os primeiros detalhes oficiais, o título tem tudo para "piorar" a fama da série, além de trazer melhorias para quem acompanha a franquia. O top 10 desta semana entrou na onda do jogo e escolheu os fatos mais polêmicos e curiosos da franquia.


GTA V ganhou uma matéria de 18 páginas no periódico Game Informer, publicado digitalmente nesta quinta-feira (8). No especial, a equipe de produção da Rockstar detalhou um pouco mais as mecânicas e a história dos protagonistas que darão as caras no game.

Desta vez, o enredo será composto por três personagens, que poderão ser acessados pelos jogadores a qualquer instante. O trio será composto por Michael, Trevor e Franklin e a promessa da Rockstar é fazer com que o enredo dos personagens evolua em conjunto. O sistema funcionará por um menu rápido e a câmera se afastará do personagem atual, automaticamente se aproximando da próxima escolha dos jogadores.

Conheça o trio

Michael, um aposentado de 40 e poucos anos, vive no luxo após uma vida como ladrão de bancos. Após um acordo com o FBI, o personagem casou com Amanda mesmo sem amar a moça, relação descrita pela Rockstar como de "ódio recíproco". O casal tem dois filhos adolescentes, sendo eles Jimmy, usuário de maconha de 20 anos e Tracy, uma garota fanática por jogos de dança.

O segundo personagem, Trevor, que mora em um trailer, é um usuário de drogas também na faixa dos 40 anos, que costumava trabalhar com Michael nos assaltos a bancos. Trevor já foi piloto para o exército e atualmente possui uma personalidade bem estourada e destrutiva. Um de seus amigos, Ron, é apresentado durante a matéria e descrito como "conspiracionista paranóico".

Franklin, o mais novo de todos, está na faixa dos 20 anos e é apresentado na matéria como um traficante ambicioso. Atualmente, Franklin trabalha para um negociador armênio de carros, que tem como alvo um público que nem sempre pode pagar o preço da dívida. O personagem atua como coletor quando inserido no trio e conhecerá Michael enquanto busca por um traficante. Lamar será um de seus amigos e será um personagem "lunático", oposto a personalidade séria de Franklin.

Misto de novidade com melhoria

Algumas mudanças na mecânica foram detalhadas pela Rockstar, que descreveu o novo sistema de controle dos carros como algo "mais preso ao chão". A empresa promete mais física ao sistema, algo mais próximo a jogos de corrida. O sistema utilizado para mirar e atirar, tanto quanto o combate corpo-a-corpo, também passaram por melhorias.

Alguns dos elementos de GTA IV continuarão presentes, como o uso do smartphone, que será aprimorado e permitirá acesso a internet. A interação com civis, antes nula na série, será um elemento inédito no game, e os jogadores poderão conversar com pedestres durante as jogatinas. As namoradas, que são um elemento constante da franquia desde GTA San Andreas, foram retiradas do game, por apresentarem um sistema muito "complexo" quando aplicado aos três personagens.

Missões dinâmicas, semelhantes ao que foi feito em Red Dead Redemption, estarão presentes emGTA V. Um exemplo dado pela produtora Rockstar é a ideia de parar ao lado de um carro quebrado em uma estrada ou topar com um grande número de mortos em algum local.

O multiplayer do game ganhará detalhes "em outro momento", segundo a empresa, mas a Rockstar adianta que o sistema de gangues, introduzido em GTA IV, continuará sendo utilizado no modo online de GTA V.
Midnight Club 2
Midnight Club 2
Essa agora é para que gostou das últimas manhas para Midnight Club 3. Se em um post anterior o alvo era DUB Edition Remix, aqui teremos alguns truques para Midnight Club 2, para PlayStaion 2.
Para entrar com os códigos, vá ao menu principal e entre no item Options Mode e, em seguida, Option: Cheat Codes e pressione X. Após isso, basta inserir o código e terá o truque realizado (respeitando as maiúsculas e minúsculas).
Midnight Club 2 - Corridas ilegais pela cidade
Midnight Club 2 - Corridas ilegais pela cidade

Cheat: Código

  • Destravar todos os modos: dextran
  • Destravar o modo Arcade: rimbuk
  • Todos os carros e cidades no modo Arcade: pennyThug
  • Destravar todos os carros no modo OnLine, inclusive o rocket car: hotwire
  • Todos os carros: theCollector
  • Todas as cidades: Globetrotter
  • Ivencibilidade: gladiator
  • Nitro infinito: greenLantern
  • Metralhadora e foguetes: savethekids
  • Metralhadora, foguetes, nitro infinito e invencibilidade: immortal
  • Ajuste de velocidade de 0 a 9 (que deve ser substituído pelo N final): howfastcanitbeN
  • Ajuste de dificuldade de 0 a 9 (que deve ser substituído pelo N final): howhardcanitbeN
  • Cadeiras de rodas motorizadas: wheels on fire
  • Pedestres mais rápidos: voomPeds

Midnight Club 3 Dub Edition Remix

Midnight Club 3 Dub Edition Remix
Vamos trazer agora dicas para mais um game da Rockstar Games, famosa por seus jogos polêmicos como GTA e Bully. Vejamos os códigos de Midnight Club 3: DUB Edition Remix que valem para PlayStation 2 e XBox. Não deixe também de conferir as dicas para destravar carros no MidNight Club 3 ou mesmo as dicas de Midnight Club LA.
Para entrar com os códigos, vá ao menu principal e entre no item Opções e, em seguida, Cheats. Após isso, basta inserir o código e terá o truque realizado.
Cheat: Código
  • Destravar todas as cidades no modo arcade: crosscountry ou roadtrip
  • Desbloquear todas as cidades no modo arcade com pedestres rápidos: urbansprawl
  • Aumentar a massa do carro no modo arcade: hyperagro
  • Não sofrer danos: ontheroad
  • Habilidade Argo: dfens
  • Habilidade Roar: ro4r
  • Habilidade Zone: allin
  • Com cabeça de coelho: getheadl
  • Com cabeça em chamas: trythisathome
  • Com cabeça de abóbora: getheadk
  • Com cabeça de caveira: getheadn
  • Com cabeça de boneco de neve: getheadm
  • Smyle: getheadj
  • Lataria cromada: haveyouseenthisboy


Nunca jogou? Esse jogo é muito legal para quem quer fazer missões, se divertir pela cidade e passear com veiculos legais, O gráfico é bom mas há uma diferença do PC para o console, mas quem nunca jogou deve saber que da para usar códigos que passei aqui para facilitar o jogo eles podem deixar o jogo mais divertido e difícil

Clique aqui e veja os códigos(Manhas)


Veja a diferença do console para o PC:




Durante o jogo, pressione Enter e digite algum dos seguintes códigos:
robin hood – 1000 de ouro.
lumberjack – 1000 de madeira.
rock on – 1000 em pedra.
cheese steak jimmy´s – 1000 de comida.
i r winner  – Ganha a fase atual.
resign – Perde a fase atual.
marco – Mostra o mapa completo.
how do you turn this on – Carro Shelby AC Cobra.
aegis – Construções muito mais rápidas.
to smithereens – Unidades de sabotagem.
torpedo1 – Mata o inimigo indicado. O número é um valor entre 1 e 8.
black death – Mata Todos os inimigos.
wimpywimpywimpy – Cometer Suicídio.
polo – Mapa sem sombras.
natural wonders - Controla os animais, mas perde o controle dos humanos.
i love the monkey head - Villager maior e mais rápido.






Missão 1 – A crazy party

Mate todos os inimigos, pegue todos os red orbs e green orbs, ao final veja uma animação.

Missão 2 – The blood link

Agora, na rua, continue com a carnificina. Detone todos os inimigos sem dó. Cuidado com o que aparecerá com uma espécie de abóbora na cabeça, se você atingi-lo de perto ele explodirá. Pule e meta chumbo nele, assim a explosão não o atingirá. Ao final você enfrentará seu primeiro subchefe. È muito fácil derrotá-lo. Ele ficará se teletransportando de um lado para o outro. Pule e o atinja enquanto estiver no ar. Quando ele sumir, tome cuidado, pois o subchefe aparecerá dando um golpe. Desvie dele. Repita a ação metendo chumbo e espadadas quando for possível.

M issão 3 – The Devil’s tower

Veja uma animação e derrote todos os inimigos na rua e nas varandas. Entre pela porta vermelha à esquerda. Dentro do bar, quebre as caixas musicais do local e dê umas espadas até que ascendam todas as tochas do circulo de fogo. O lacre da próxima passagem se romperá. Colete a calibre 12 no painel à esquerda e passe pela porta. Na pista de dança mate todos os demônios que aparecerem. O lacre da porta se romperá. Passe pelo novo caminho. Lá fora, siga reto e suba até o final da rua. À sua esquerda haverá uma passagem com um cristal vermelho. Quebre-o com espadadas para ganhar muitos red orbs. Ainda no caminho haverá mais itens para serem coletados. Na caverna você enfrentará o primeiro chefe.

Miss ão 4 – The unwanted one

Siga para o segundo andar e entre pela porta azul à direita. Detone mais inimigos e prossiga pela escadaria. Entre pela porta à esquerda. Enfrente mais inimigos, acabe com todos para que o lacre da porta se rompa e entre nela. Quebre as estátuas ao centro, ascenda o circulo de fogo ao lado da porta e suba com a plataforma móvel. Mate todos os inimigos para que mais um lacre se rompa e passe pela porta verde. Suba ao nível superior e entre pela porta amarela à direita. Suba as escadas. Automaticamente você cairá. Destrua os inimigos e entre no portal. Passe pela porta vermelha para enfrentar outro subchefe. Uma espécie de centopéia aparecerá. Salte nas plataformas e, quando ela sair do buraco, pule encima dela dando espadadas. Se você cair no chão, não perca tempo: saque a arma e meta chumbo no bicho. Repita a ação várias vezes, até a centopéia morrer. Cuidado com seus ataques, pois são rápidos. Se estiver no chão, pule e desvie de seus golpes, pois ela lançará bolas de energia. Passe pela porta vermelha que agora está liberada. Colete o Astronomical Board. Veja a animação.

M issão 5 – Of devils and swords

Após a animação, enfrente os novos inimigos. O que você tem a fazer é dar uns tiros neles. Quando eles congelarem, dê um golpe de espada, ele se partirá ao meio. Volte pela porta vermelha e siga até o hall principal. Suba até o último nível e coloque o Astronomical Board na coluna à direita. Isso liberará uma passagem no segundo andar do local. Siga para lá e colete a vajura. Vá novamente para a porta azul do segundo andar, suba às escadas, passe pela porta e coloque a vajura na engrenagem do segundo nível do local. Colete o Soul of Steel e mate os inimigos para sair da sala. Siga para a porta amarela no penúltimo andar do hall principal. Agora a escada pela qual você caiu estará liberada, mas invisível. Não tenha medo você não vai cair. Siga por ela e encaixe o Soul of Steel no buraco à frente. Passe pelo novo caminho liberado. Desça, ascenda o circulo de fogo e suba com a plataforma. Cuidado, pois haverá alguns inimigos para derrotar e você não poderá cair. Tente ficar na plataforma até o final. Saia, desça e entre pela porta vermelha. Enfrente o chefe Agni & Rudra.

Miss ão 6 – Family tiés

Siga reto subindo às escadas até chegar a uma porta vermelha. Entre nela. Na sala haverá 3 portas e na frente delas, 3 muretas, indicadas por cores azul, laranja e verde. Entre primeiro na porta com a mureta azul. Você sairá em uma sala com 3 portas. Siga à seqüência: direita, esquerda, e frente. Colete Essence of Inteligence. Volte para a sala principal, o local das muretas coloridas. Entre na porta da mureta verde. Dois círculos de fogo aparecerão. Enfrente todos os inimigos e colete a Essence of Fighting. Agora saia e volte para o local das 3 portas. Entre pela porta do meio, com a mureta laranja, passe pelas armadilhas com cautela e colete a Essence of Technique. Saia e volte para a sala que tem uma estátua, colete a laser gun, veja uma animação e entre na porta que se abriu. Siga pela esquerda e veja outra animação.

M issão 7 – A chance meeting

Vol te e entre pela porta vermelha à direita. Suba pelos portais vermelhos, que o impulsionarão, e entre na porta verde. Suba as escadas e entre na porta azul. Destrua as estátuas no corredor. Ao final dele, haverá duas portas. Entre na da esquerda. Siga até o altar, veja a animação, mate todos os inimigos e colete Stren’s Shriek no altar. Volte para o local dos portais e desça até o térreo. Passe pela porta e, na biblioteca, destrua as estátuas para coletar o Orihalcon fragment. Agora, volte para a sala na qual você coleteou o Stren’s Shriek. Passe pela porta vermelha em frente ao altar e use o Orihalcon fragment no painel de força do elevador no topo da sala. Desça pelo elevador liberado e use o Stren’s Shriek na porta que está pegando fogo no primeiro andar. Mate os inimigos na escada e entre pela porta a esquerda. Quebre a parede à frente, ascenda o circulo de fogo e seja rápido para quebrar a bola roxa gigante ao centro da sala. Colete o Crystal Skull, destrua todos os inimigos, volte para o hall principal, suba pelo elevador, saia da sala, mate mais inimigos, passe pela outra porta e use o Crystal Skull na porta à frente. Siga pelo corredor e passe pela porta, suba e prepare-se para o próximo chefe. Você encontrará Vergil para mata-lo.

Mi ssão 8 – A renewed fear

Destru a 5 vermes grudados ao chão, estarão espalhados no local, e entre pelo buraco liberado em cima do ônibus. Siga reto pelo corredor e dê uma espada para romper o lacre do buraco. Passe por ele. Atravesse a sala com 3 corações e, no próximo corredor, fuja da centopéia gigante, quebre mais um lacre a esquerda e entre. Mate os inimigos do corredor seguinte e, ao final, rompa mais um lacre. Na sala, destrua todos os inimigos e colete o Ignis Fatuus. Passe pelo caminho liberado, siga pelo próximo corredor e quebre mais um lacre. Fuja de outra centopéia gigante e rompa mais um lacre, à esquerda. Você estará no início da fase, mais a aparência do cenário estará diferente. Siga para o local onde estão os 3 corações e use o Ignis Fatuus no centro da sala. Agora você poderá enfrentar mais um subchefe. Também é muito fácil: haverá 2 corações laterais, que protegem o do centro ( o principal ). Mate qualquer um dos dois. Fazendo isso, o do centro ficará disponível para o ataque. Repita a ação até que a energia dele chegue ao fim. Os ataques desse monstro não são muito perigosos. Veja mais uma animação.

M issão 9 - Faded memories

At ravesse a ponte, siga pelo corredor e ente na porta vermelha à direita. Mate os novos inimigos para romper o lacre da próxima porta e passe por ela. Siga até os espelhos e ponha os reflexos em ordem ( a combinação muda a cada jogo, mas é fácil ). Passe pela próxima porta. Mate os inimigos, faça a volta pelas escadas e entre, pela porta vermelha, na plataforma a direita. Mate mais inimigo no corredor que tem armadilhas e passe por mais uma porta. Siga pela esquerda e entre pela porta a direita. Passe pelo corredor com armadilhas eliminado todo mundo e entre pela porta ao fundo. No altar, a direita, colete Ambrósia, mate todos os que aparecerão e volte. Saia e passe por baixo da cachoeira. Siga pela direita e use a Ambrósia no portal ao final do penhasco. Passe pela porta vermelha e prepare-se porque você enfrentará Nevan.

Miss ão 10 – The job

A frente, colete o item Stone Mask, volte pelo caminho todo até sair novamente da cachoeira e, no corredor, coloque o Stone Mask na estátua, na parede. Siga pelo novo caminho para coletar o Neo Generator. Volte para o início da fase ( o começo de tudo ) e use o Neo Generator na ponte. Veja a animação e siga pelo novo caminho até outra animação.

M issão 11 – Revenge

Des ça pelas engrenagens, entre pela porta amarela, siga pelo corredor, mate mais inimigos e passe pela porta. Suba para o segundo nível, à esquerda, empurre a caixa até o buraco na parede, faça o mesmo do lado oposto, mate os inimigos e passe pela porta que se abriu. Siga a passarela, desça as escadas, entre na plataforma móvel à direita e vá eliminado os inimigos até ela parar. Suba as escadas e entre na porta. Veja a animação. Enfrente Beowulf.

Mi ssão 12 – Hunter and Hunted

Você começa a fase ganhando o item Haywire Neo Generator. Isso quer dizer que sua energia será perdida gradativamente. Você terá de sair correndo feito louco até o inicio da fase ( onde está a ponte móvel ). A única coisa boa é que, ao eliminar os inimigos, sua energia sobe um pouco. Ao chegar no local, veja uma animação. Atravesse a ponte e passe pela porta azul. Desça as escadas, entre na portal à frente, siga pela ponte, veja uma animação e prepare-se para matar Geryon.

Mis são 13 – Chaos’s warm welcome

Des trua as estátuas e passe pela porta. Desça as escadas, siga pelo corredor ao lado e entre na porta vermelha à direita. Vá por mais um corredor e, ao final, entre pela porta à direita. Novamente, você terá de acertar a ordem dos reflexos nos espelhos. Mas, para completar a tarefa, será necessário quebrar uma parede à direita da sala. Do lado direito você irá coletar o item Orihalcon. Saia e siga por outro corredor, à direita da porta vermelha. Coloque o Orihalcon na porta a frente da sala e entre por ela. Veja uma animação e prepare-se para enfrentar Vergil novamente.

Missão 14 – Drive

Suba pelo lado direto da plataforma e colete a Beowulf. Equipe-a na estátua amarela e siga pela direita. Use a nova espada na estátua que está bloqueando a porta. Passe por ela e suba pelo elevador. Siga pela plataforma e entre pela porta vermelha à esquerda de Dante. Siga Até o final da sala, entre pela passagem quebrada à direita e siga pelo corredor até o fim. Mate os inimigos e rompa o lacre da próxima porta. Continue, desça as escadas e pule na plataforma móvel novamente. Faça o caminho de volta até chegar às salas coloridas, uma espécie de labirinto. Da azul, siga para a verde, da verde para a roxa, da roxa para a vermelha, da vermelha para a branca e da branca para fora. Siga adiante e quando descer às escadas, entre pela porta à esquerda. Saia para a rua e desça. Veja uma animação.

M issão 15 - The Gatecrasher

Mate o inimigo inconveniente para passar pela porta. Entre por mais uma porta, suba as escadas, atravesse para o outro lado e entre pela porta amarela. Desça mais uma escadaria, acenda o círculo de fogo, volte para a sala das aranhas, acenda o círculo de fogo azul e passe pela porta. Desça pelas engrenagens e acenda outro circulo de fogo azul. Volte para a porta modificada e entre. Passe pelo corredor com armadilhas eliminando os inimigos e, no fim dele, acenda mais um círculo de fogo azul. Volte e entre pela porta. Siga para a direita e acenda outro circulo de fogo. Retorne pela porta. Passe pelo corredor e entre na porta verde. Desça e passe pela porta azul à direita. Desça as escadas, entre pela porta, mate mais um daqueles inimigos chatos do começo da fase, faça todo o caminho de volta até a sala de engrenagem, desça e passe pela porta. Vá pelo corredor das armadilhas e colete Orihalcon Fragment. Volte para as salas das engrenagens, acenda o circulo de fogo e entre pela porta. No outro corredor, acenda outro circulo de fogo, passe novamente pelas armadilhas e saia. Passe direto pelo circulo de fogo e entre pela porta azul à direita. Passe pelas armadilhas e colete uma outra parte do Orihalcon Fragment. Pronto! Agora só falta um. Faça uma seqüência nas portas até chegar à uma área com armadilhas e uma porta no final. Você sairá na sala das aranhas. Lá, haverá um altar com o último Orihalcon Fragment. O único problema é que encontrá-los é um pouco confuso, mas com paciência você consegue. Use os 3 itens no elevador principal do começo da fase e suba. Agora veja uma animação!

Missão 16 – Win or lose

Primei ro, siga para a direita e entre na porta azul. Vá pelas portas até a sala com o circulo de fogo, acenda-o e quebre a bola roxa. Colete o Golden Sun, mate os inimigos e saia da sala. Volte para o começo, siga para a esquerda e passe pela porta vermelha. Desça e entre por um buraco na parede à esquerda. Acenda dois círculos de fogo e destrua rapidamente as duas bolas roxas batendo uma na outra. Colete o Onyx Moonshard. Volte para o início da fase e encaixe os dois itens nos altares luminosos. Passe pela porta. Mate os inimigos e suba. Depois de subir as escadas e passar por mais uma porta, desça pela ponte e colete a arma Ártemis. Continue descendo e entre pela porta vermelha. Destrua os inimigos e passe pela porta à frente. Desça e entre pela porta amarela. Veja a animação. Agora você irá travar uma pequena batalha contra Kalina ( Lady ). Ao mata-la veja a animação. Você ganhará a bazuca dela. Suba e entre na porta vermelha.

Missão 17 – Inner demons

Desça as escadas e entre pela porta azul. Use os obstáculos para subir até o topo do local e, passe pela porta vermelha. Siga pela esquerda, destrua algumas aranhas gigantes e entre pela porta à direita. Passe pelas armadilhas e passe pela esquerda. Use o portal para subir, siga pelas escadas e entre pela porta à direita. Mate os inimigos na passarela e entre na porta verde. Siga pelo corredor, passe por mais uma porta e continue subindo até a animação começar. Você enfrentará Doppelganger, bem fácil.

Missão 18 – Invading hell

Siga até o portal. Agora, você estará em um jogo de xadrez, mais há um pequeno problema: você enfrentará todas as peças do tabuleiro. O único segredo é atacá-los quando estiver nos quadrados pretos, porque não sofreram dano quando estiverem dentro dos brancos. Depois de matá-los passe por mais um portal, ande e passe por outro. Agora você vai ter que enfrentar todos os chefes novamente =( . Cada um será representado por uma pedra de cor diferente. Mate-os um por um. Não tem ordem. Detalhe: eles estarão um pouco mais fáceis =) . Após ter destruído todos eles, aparecerá um portal. Entre nele e veja a animação.

Missão 19 – Forces collide

Fique esperto, pois nessa fase você começa a lutar com grandes demônios em uma espécie de arena de sangue. Destrua-os e passe pelo portal que aparecerá. Você estará em uma sala repleta de demônios e espelhos. Não perca seu tempo tentando mata-los, concentre-se nos espelhos, que ficaram mais claros. Dica: fique andando que nem um abobado encostado na parede para achar o espelho mais rapidamente para meter espadas, pois eles trocam muito rápido. Faça isso até que todos os demônios tenham ido embora e o novo portal aparecerá. Agora é hora de eliminar os inimigos para coletar a Samsara. Passe pelo portal e volte por ele. Você sairá na arena de sangue. Entre no portal e na sala dos espelhos, colete a Samsara na estátua dourada e entre pelo novo portal. Siga direto pela próxima porta e veja uma animação. Enfrente Arkham aquele infeliz com roupa de palhaço que tem o poder de Sparda.

Missão 20 – Screaming souls

Derrote Vergil, seu próprio irmão. Cuidado: Seus golpes são muito rápidos, use o pulo duplo, e o style para se desviar.